Papéis

Líder de Negócios e Inovação

Decidir modernização do core com previsibilidade, governança e risco explícito.

Para líderes que precisam sustentar crescimento sem ficar reféns do legado. A discussão aqui não é “velocidade por si só”, e sim como modernizar sistemas críticos por recortes, com decisões rastreáveis e governança que reduz incerteza de execução — sem ignorar migração, testes, integrações e operação.

O que este papel precisa decidir

Se você lidera negócio e inovação, normalmente está tentando responder perguntas como estas — com pouco espaço para apostas:

  • O core atual sustenta o roadmap ou já virou gargalo?
  • Quanto do orçamento está indo para manutenção e “sobrevivência”, em vez de avanço?
  • Como modernizar sem paralisar a operação e sem criar outro ciclo de legado?

Esta página não tenta “vender velocidade” no vazio. Ela organiza o raciocínio sobre onde a Thinkwise muda o custo de mudar e sobre o que continua sendo responsabilidade do negócio e da TI, para que a decisão seja comparável e auditável.

O problema real do legado (para negócios)

O problema não é apenas tecnologia antiga. Para negócios, legado vira risco quando regras, exceções e processos críticos deixam de ser fáceis de entender e de mudar com segurança. Na prática, isso aparece quando:

  • mudar com segurança fica difícil, porque toda alteração parece arriscada;
  • explicar e auditar vira esforço extra, porque ninguém consegue apontar com confiança “onde está a regra”;
  • evoluir com previsibilidade fica raro, porque cada iniciativa reabre um mini-projeto de reescrita.

O que a Thinkwise muda (e o que não muda)

O que muda

Quando o domínio vira modelo versionado, decisões ficam mais explícitas e rastreáveis. Em vez de “refazer camadas” para cada mudança, a evolução passa a ser “evoluir o modelo e publicar”, o que tende a tirar peso de retrabalho repetitivo e devolver foco ao que é específico do seu negócio.

O que não muda

Mesmo assim, modernização não vira “piloto automático”. Você ainda precisa decidir processos, regras, dados sensíveis, integrações e controles, e o trabalho continua exigindo governança: priorização, critérios de aceite, testes e operação.

Onde está o ganho para este papel

Para este papel, o ganho costuma aparecer quando a mudança fica mais “explicável” e menos dependente de heróis:

  • Previsibilidade: mudanças com trilha (o que mudou, por quê e em qual versão).
  • Menos aprisionamento funcional: o conhecimento do domínio fica no modelo, não em “pedaços de código” espalhados.
  • Evolução incremental: modernização pode ser feita por fatias (por fluxo, por domínio, por módulo), com cutovers controlados.

Como validar sem apostar no escuro

Uma forma de validar sem apostar no escuro é fazer um recorte pequeno, mas real. Comece escolhendo um fluxo crítico com alta dor e limites claros: dados, integrações e usuários. Em seguida, defina riscos e restrições — compliance, janelas operacionais, SSO e ambientes — e rode um piloto focado em entrega ponta a ponta, com governança e operação mínima. A implicação é que o piloto vira base de decisão, e não um “showcase” difícil de comparar com o core.

Próximo passo

Se fizer sentido aprofundar no seu contexto (restrições, riscos e recorte inicial), use o CTA ao lado para agendar uma conversa.

Perguntas frequentes

Qual é o problema do legado para o negócio?

O problema raramente é “tecnologia antiga” por si só. Ele aparece quando o core vira caro de manter e difícil de mudar, e a organização passa a gastar energia em sobrevivência.

A consequência é previsibilidade baixa: cada iniciativa parece mais arriscada, mais lenta e mais difícil de justificar.

Como a Thinkwise ajuda a modernizar sem reiniciar do zero?

A proposta é colocar decisões de domínio em um modelo versionado, para que elas fiquem explícitas e rastreáveis — em vez de espalhadas por camadas de código.

A partir desse modelo, camadas como UI e APIs podem ser geradas/interpretadas de forma consistente, reduzindo reimplementação repetitiva e variação acidental. Isso só se sustenta quando migração, testes, integrações e operação entram no plano de releases e na governança.

Quais benefícios principais esse papel busca?

Este papel normalmente busca previsibilidade de mudança: o que mudou, por quê e qual impacto isso tem em risco, operação e compliance.

Também busca reaproveitar o que faz sentido do legado (por exemplo, estruturas e metadados) e manter segurança, auditoria e versionamento como parte do fluxo, não como etapa final.

Um pacote padrão não seria mais seguro?

Pacotes podem reduzir incerteza quando o processo é muito padrão, mas também podem forçar o negócio a se adaptar ao software — e isso tem custo ao longo do tempo.

A alternativa aqui é manter controle do que é específico do domínio e evoluir por ciclos, com governança, em vez de depender de “projetos de reescrita” recorrentes.

Como evitar criar novo legado?

A ideia é manter regras e decisões no modelo, de forma versionável, para que a tecnologia possa evoluir sem arrastar o domínio junto.

Isso não elimina disciplina de arquitetura, mas reduz o risco de que cada mudança vire um novo acoplamento difícil de desfazer.

Que resultados típicos esperar?

O que normalmente se busca é reduzir custo de mudança: menos retrabalho repetitivo e mais rastreabilidade do que foi decidido e entregue.

Quando isso funciona, a organização ganha mais capacidade de evoluir o core com controle e conformidade, em vez de gastar a maior parte do orçamento apenas mantendo o legado de pé.

Em quais tipos de sistema isso costuma se aplicar?

Em sistemas críticos como ERP, WMS, MRP, CRM e soluções sob medida que precisam evoluir com governança.