O que este papel precisa decidir
Você precisa equilibrar três coisas ao mesmo tempo: entrega, controle e risco. Em modernização de core, isso se traduz em perguntas práticas como:
- Onde a complexidade deve ficar (domínio vs. infraestrutura)?
- Como garantir trilha de mudança, auditoria e segurança sem travar evolução?
- Como evitar um novo ciclo de aprisionamento funcional e tecnológico?
O problema que mais custa para TI
Para TI, o legado costuma aparecer com mais força quando falha de três formas recorrentes:
- controle frágil: regras espalhadas em múltiplas camadas, difícil de auditar e proteger;
- integração como projeto: cada integração vira uma exceção, com pouca observabilidade;
- evolução cara: mudanças exigem retrabalho repetitivo e aumentam risco de regressão.
O que é real na Thinkwise (e onde está o limite)
Real
O modelo pode virar a fonte de verdade para grande parte do sistema (dados, processos, UI derivada, permissões), e o runtime materializa esse modelo com camadas padronizadas (por exemplo, APIs via Indicium). Governança também faz parte do ciclo, com versionamento, releases e trilha de mudança, o que ajuda a reduzir variação operacional.
Limites / decisões suas
Ainda assim, algumas decisões continuam sendo suas: modelo de identidade, políticas corporativas e desenho de autorização no domínio permanecem responsabilidade do cliente (com suporte na implementação). E integrações críticas ainda exigem desenho de contratos, telemetria e tratamento de falhas — porque isso depende do ecossistema e do risco aceito pela organização.
Impacto em arquitetura e operação
O impacto costuma aparecer de forma concreta em arquitetura e operação:
- Arquitetura em três camadas como padrão: Indicium como camada de serviço para controle de acesso, auditoria e integrações.
- Controles no desenho: segurança por design (permissões e políticas aplicadas de forma consistente).
- Operação governada: ambientes, versões e trilhas para suporte e auditoria.
Como avaliar risco e viabilidade
Uma avaliação honesta costuma começar pelo que não pode falhar. A partir daí, a ideia é transformar risco em itens verificáveis, para evitar descobertas tardias.
Em geral, ajuda olhar para quatro frentes:
- Liste domínios e fluxos que não podem parar e defina uma estratégia de recorte.
- Mapeie integrações: dependências externas, responsáveis (ownership) e contratos.
- Defina requisitos de segurança e auditoria: papéis, dados sensíveis e logs.
- Planeje migração e cutover como parte do projeto, e não como “última etapa”.
A implicação é antecipar as fontes reais de risco — onde projetos normalmente atrasam — em vez de descobrir tudo na fase final.
Próximo passo
Se fizer sentido aprofundar (arquitetura, segurança, operação e dependências), use o CTA ao lado para agendar uma conversa.