Por que este modelo
Este modelo existe para o cenário em que você quer acelerar sem abrir mão de autonomia. O formato assistido combina uma equipe experiente com a formação do seu time. A intenção é estruturar governança técnica e reduzir ambiguidade na execução. A operação só fica pronta para seguir quando responsabilidades, critérios de validação, testes e rotinas de release são tratados como parte do trabalho desde o início.
O que é
Um modelo de co-desenvolvimento que combina a experiência técnica da LEF com o conhecimento de negócio do cliente.
Atuamos como integrador e acelerador, estruturando o projeto, configurando o ambiente, implementando funcionalidades e formando a equipe interna ao longo do processo.
Desenvolvimento sob medida em formato colaborativo, com divisão explícita de responsabilidades e mecanismos de transferência de conhecimento.
Em resumo
O resumo abaixo ajuda a comparar com outros modelos. A escolha final depende de objetivos de autonomia, disponibilidade de equipe e do nível de governança exigido.
Quando escolher
- Você tem intenção explícita de internalizar a plataforma.
- O projeto tem roadmap evolutivo e metas por release, não apenas “entrega única”.
Inclui
- Capacitação (enablement), pareamento de modelagem (pair modeling) e revisão técnica.
- Aceleração de componentes críticos e integrações.
- Rotina de releases com governança e indicadores.
Quando faz sentido
Faz sentido quando o cliente tem domínio funcional e quer participar ativamente do projeto, em vez de delegar completamente a execução. Também tende a ser uma boa escolha quando há interesse explícito em absorver know-how técnico e de boas práticas, principalmente em iniciativas com integrações mais complexas ou múltiplas tecnologias conectadas à plataforma Thinkwise.
Como atuamos
O fluxo abaixo descreve como esse tipo de trabalho costuma acontecer quando “autonomia” é uma meta do próprio engajamento:
- Reunião inicial (kickoff) técnico-funcional para alinhar escopo, papéis e rituais.
- Definição de arquitetura e pipelines de CI/CD (integração e entrega contínuas).
- Modelagem e desenvolvimento conjunto, com divisão clara de entregas.
- Transferência de conhecimento contínua (pareamentos, revisões de código e workshops).
- Encerramento com autonomia, viabilizando continuidade pela equipe do cliente.
Responsabilidades
A tabela abaixo resume a divisão de responsabilidades. O ponto é evitar zona cinzenta: quem decide prioridades, quem conduz padrões técnicos e como a validação acontece no dia a dia.
| Papel | LEF | Cliente |
|---|---|---|
| Arquitetura e padrões | ✅ | — |
| Planejamento técnico | ✅ | — |
| Requisitos e priorização | — | ✅ |
| Testes e validação funcional | ⚙️ | ✅ |
| Operação pós-entrega | — | ✅ |
Benefícios
O que tende a melhorar com esse modelo é menos “velocidade abstrata” e mais a forma como o trabalho se sustenta:
- Cronogramas críticos ganham tração com um time experiente trabalhando junto do seu.
- Qualidade técnica é reforçada por revisões e padrões de engenharia aplicados no fluxo.
- Transferência de conhecimento acontece desde o início, em vez de virar uma “passagem formal” (handover) no final.
- Integração com times e sistemas existentes ocorre com menos surpresa, porque o cliente participa das decisões.
- Dependência no longo prazo diminui quando governança e conhecimento (know-how) passam a ficar dentro da organização.
Exemplo de cenário
Um grupo empresarial quer substituir planilhas e sistemas legados por uma aplicação unificada. O time de negócio define regras e prioridades, enquanto a LEF conduz modelagem, integrações e padrões técnicos junto com a equipe do cliente. A meta é sair com uma primeira entrega em produção e uma equipe interna capaz de seguir evoluindo com governança.
Se fizer sentido montar um piloto e um plano de capacitação, use o CTA ao lado para alinhar escopo, papéis e rituais.
Para ver referências públicas, veja: Referências.